Deputado diz que o governo tem obrigação de regulamentar “aberração” do Pró-Saúde

Publicado em 12 de setembro de 2017 às 21h:11

Por Mário Célio

Com as galerias lotadas de servidores demitidos e ameaçados de demissão do programa Pró-Saúde, o deputado Raimundinho da Saúde (PODE) disse na manhã desta terça-feira (12), que é uma obrigação do governo do Acre regulamentar o que ele classifica como “aberração” na criação da empresa privada que fornece mão de obra para unidades de saúde do Estado em todos os municípios.

O deputado destaca que os servidores que realizaram concurso público acreditavam que estavam ingressando como servidores públicos. Para Raimundinho da Saúde faltou vontade política e determinação do executivo estadual para defender os servidores e manter os postos de trabalha que na maioria dos casos é a única fonte de sustento de várias famílias.

“Buscamos o sindicato e advogados que tinha interesse na causa e fomos estudar para conhecer e saber que nós tínhamos centenas de pais e mães de famílias que precisam de seus empregos. É regularizar a aberração que foi criada e regularizar os pais de família que pediram para trabalhar, mas não da forma irregular que foram contratados pela administração estadual”, diz Raimundinho.

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