Prefeita de Tarauacá é acusa em processo por compra de votos

Publicado em 01 de maio de 2017 às 15h:24

Por Mário Célio

O depoimento do presidente da executiva municipal do Partido Progressista de Tarauacá, Grandi Almeida, em audiência na última sexta-feira (28), parece ter complicado ainda mais a situação da prefeita daquela cidade, Marilete Vitorino (PSD), que responde processo judicial, com possibilidade de cassação do mandato por conta de denúncias por compra de votos e abuso do poder econômico na eleição de 2016.

Marilete é acusada de ter distribuído uma grande quantidade de combustível na campanha eleitoral, atitude vedada pela legislação eleitoral.

Durante o depoimento, o terceiro do processo judicial, Grandi Almeida, que foi coordenador da campanha de Marilete, confirmou a distribuição de combustível em troca de compra de votos.

Em depoimento ao juiz Eleitoral daquela Comarca, Guilherme Aparecido do Nascimento Fraga, o ex-coordenador da campanha de Marilete afirmou que em um único dia foi distribuído, de forma ilícita, 30 mil reais em combustível.

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