Promessas de campanha eleitoral podem decepcionar eleitores Contratos provisórios, foram negociados entre 4 paredes

Publicado em 26 de dezembro de 2016 às 23h:03

Por Mário Célio

O pleito político de 2016 em Feijó caminha para um desfecho nada agradável, para os eleitos na área legislativa. Boa parte dos vereadores que venceram as eleições terão caminhos espinhosos para percorrer durante os quatro anos de mandato. As promessas de empregos e cargos, no poder público, foram oferecidas entre quatro paredes para driblar o bom trabalho da justiça Eleitoral.Os mecanismos utilizados pelos os concorrentes ao cargo de vereadores nas campanhas eleitorais foram determinantes nas negociações que faziam os candidatos com os eleitores para garantir o voto. Pelo lado da Frente Popular, as negociações com os cargos públicos, eram os meios mais utilizados, para garantir o voto daqueles que imaginava ser possível conseguir um emprego de forma mais fácil. Os eleitores que exerciam o papel de coadjuvantes, já mais imaginariam que os últimos capítulos de suas novelas, terminassem de maneira decepcionante.

As investidas para alcançar o mandato de vereador vinham através métodos maliciosos capazes de induzir as famílias humildes de Feijó a votarem, com as promessas, de permanecerem em seus empregos, ou acreditar que seria possível driblar os concursos públicos e abocanhar uma fatia do bolo. Para as coligações derrotadas, talvez sejam possíveis encontrar desculpas aos afilhados que prometeram. Mesmo sabendo que nas próximas eleições, esse eleitor não fará mais parte de seu plantel.

coligação é tempo de reconstruir, a situação não será nada agradável para aqueles que pleitearam uma cadeira no legislativo, oferecendo como garantia, vagas na administração pública. Segundo o Prefeito eleito Kiefer Roberto, ele não permitirá que sua administração compactue com tais esquemas. Principalmente quando se trata de vereadores eleitos, que usam seus mandatos para barganhar contratos provisórios, deixando de lado a sua verdadeira função de fiscalizar a coisa pública. 

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