Setor de vigilância Ambiental de Feijó servia para comercialização

Publicado em 31 de janeiro de 2017 às 09h:55

Por Mário Célio

Um dos mais importantes setores que cuida da saúde do cidadão Feijoense estava prestes a fechar as portas. A situação encontrada pelo o atual Gestor Rossini Meireles, está sendo avaliada como caso de polícia.

De acordo com as informações levantadas pela nova administração, o patrimônio público estava sendo depenado, ou até colocado a venda na calada da noite.

Bens como bomba de borrifar e outros objetos estavam sendo oferecidos a terceiros, com se fosse um comercio particular. A parte que fica por traz do órgão, servia a celeiro de animais, o patrimônio que deveria estar a serviço da Secretaria, foi abandonado em um deposito de lixo sendo consumidos pelas as traças.

Os serviços essenciais de responsabilidade do setor de vigilância em saúde não funcionavam, por falta de compromisso do Ex-diretor. Para o prefeito de Feijó, Kiefer Roberto, a administração pública deve ser tratada com transparência diante da opinião público.

Ele afirma ainda que sua administração vem trabalhando de forma interrupta para detectar as irregularidades que supostamente tenham sido cometidas nos setores públicos municipais e encaminharem para as providências cabíveis.

COMPARTILHAR