Ações de combate a crimes ambientais são intensificada

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), continua articulando as missões integradas de Meio Ambiente para coibir os crimes ambientais nas Unidades de Conservação (UCs) estaduais. As ocupações irregulares nas florestas têm sido investigadas e todos os registros são repassados a Procuradoria Geral do Estado (PGE).

No dia 20 de janeiro foi realizada uma reunião para integrar as ações das várias instituições que atuam na fiscalização e combate a crimes ambientais. Além da Sema, participaram do encontro a Polícia Civil, o Instituto de Meio Ambiente (Imac), Exército Brasileiro, Força Nacional e Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer). Foram definidas as estratégias de ação em campo para o levantamento e identificação das ocupações irregulares e demais crimes ambientais.Várias instituições se unem para traçar estratégias

Nossos esforços no combate aos crimes ambientais são constantes. As missões continuam nas UCs e principalmente estamos buscando informar a população sobre como agir corretamente e não ser enganada. Comprar e vender lotes em terra pública é crime. Estamos orientando para que as pessoas saibam que não podem possuir um terreno dentro das florestas públicas”, explicou o secretário de Estado de Meio Ambiente, Israel Milani.

Todas as missões ambientais estão sendo subsidiadas com informações técnicas georreferenciadas por meio do Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (Cigma) criado pelo governador Gladson Cameli para integrar ações e dados ambientais.

As atividades de fiscalização e repressão contra crimes ambientais nas Unidades de Conservação estaduais no Acre estão sendo realizadas pelo governo com recursos do Programa de Saneamento Ambiental e Inclusão Socioeconômica do Acre (Proser /Bird), do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Acre (PDSA II/BID) e do Programa REM Fase II – Reino Unido (BEIS) e Cooperação Financeira Alemã (KfW). No Chandless, a missão conta ainda com apoio do Programa Áreas Protegidas da Amazônia, do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (ARPA/Funbio).