Disputa por vice de Gladson Cameli cria o maior imbróglio na oposição

Os partidos que supostamente são chamados de oposição na política acreana travam uma guerra pública, incapaz de fortalecer, a pré-candidatura do senador Gladson Cameli a governador do Acre.

O eixo imaginário dos velhos caciques de oposição está girando em outros horizontes de uma política individualista carregada por sentimentos de ódio, rancor e vaidade.

“Imaginar que milhares de correligionários da oposição sonhavam em uma inovação para derrotar a Frente Popular nas eleições de 2018, virou pesadelo” Ou quem seria capaz de acreditar que as brigas ferrenhas da oposição, sejam decorrentes da escolha de vice.

Pelo que foi narrado acima, vê-se que as decisões oposicionistas do Acre são inusitadas e irrelevantes diante das pretensões de quererem derrotar uma frente popular que a 20 anos dominam o palácio Rio Branco.  “Escolher A ou B, não significa o principal critério para vencer uma disputa eleitoral, principalmente quando o adversário tem a sua disposição a máquina administrativa.

Enquanto briga, a oposição perde tempo na preparação de um plano consistente para tentar impedir a continuação de uma ala esquerdista que forma a frente popular. Assim, representantes desses grupos puxam o debate para lados diferentes, como se ambos estivessem dispostos a destruir, o próprio projeto que deviria está sendo colocado em pratica.