Gladson Cameli se convenceu de que se MDB não é governo, tem que sair

Fonte palaciana de livre trânsito no gabinete do governador Gladson Cameli acaba de informar ao redator que, no máximo no início da semana que vem, estourando a sexta-feira (14), o chefe do Palácio Rio Branco vai tomar a decisão que deveria ter sido tomada desde que se descobriu a “trairagem”, como se diz no popular: vai demitir todos os membros do MDB que têm cargo no Governo mas não o defendem e tampouco são solidários nos momentos de crise.

A decisão do governador de exonerar os cargos do MDB na próxima semana já deve fazer parte da primeira ação do conselho político recém-formado para auxiliar o gabinete civil, que inclui ex-deputados como Nelson Sales, Elson Santiago, Osmir Lima e outros. Os membros do conselho, no mínimo, fizeram o governador ver que quem é governo, o defende; quem não é, tem que ficar de fora.

Justiça seja feita: no MDB, quem de fato apoia o Governo e o governador é o senador Márcio Bittar, as secretárias Eliane Sinhasique e Maria Alice Melo e outros quatro gatos pingados. Com esses três emedebistas, como no caso dos “Três Mosqueteiros”, Gladson Cameli vem podendo contar.