Maneira de Gladson governar é aprovada por 56,5% dos acreanos, segundo Instituto/Data Control

O presidente da Federação das Indústrias do Acre (FIEAC), José Adriano e o diretor do Instituto Data Control, José Denis Santos, apresentaram na manhã desta quinta-feira, 31, em entrevista coletiva na Sede da Fieac a pesquisa intitulada “Sondagem da Indústria”. O levantamento da Federação em parceria com o Data Control foi realizado de 19 a 27 de outubro nas cidades de Rio Branco Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Tarauacá, Feijó e Brasiléia. 1208 pessoas foram ouvidas, correspondendo a 0,22% da população acreana. A margem de erro da pesquisa é de 3% e o nível de confiança e de 95%.

De acordo com a pesquisa, a avaliação do governador Gladson Cameli é considerada ótima e boa por 41,9% dos entrevistados, sendo ótimo 9,2% e 32,7%. 36,9% consideram regular e ruim e péssima registrou 17,5%, sendo ruim 7,2% e péssimo 10,2%. Não souberam ou não responderam marcou 3,6%.

Outro questionamento, é se a população aprova ou desaprova o modo do atual governar. Para 56,5% dos entrevistados consideraram aprovar a maneira de governar de Cameli contra 28,5% que desaprovam. 15,1% não souberam ou não responderam.

A pesquisa também abordou quem seria o melhor governador entre o atual, Gladson Cameli, e o que deixou o cargo no final do ano passado, Sebastião Viana, Para 52,7% dos entrevistados, Cameli é melhor, apesar de está a pouco mais de 10 meses a frente do cargo. Já 28,8% avaliaram a gestão de Sebastião Viana, que ficou 8 anos no comando do Estado, como melhor que a nova gestão. 18,5% não souberam ou não responderam o levantamento.

Sobre a estimativa dos acreanos com relação ao futuro do governo Gladson Cameli, 33,9% afirmaram que vai melhorar e 41,9% informaram que vai melhor um pouco. Não vai nem melhorar e nem piorar registrou 15,4%. Já no campo dos pessimistas, 6,2% afirmaram que vai piorar um pouco enquanto 2,6% destacaram que vai piorar muito.

Presidente da Federação das Indústrias do Acre (FIEAC), José Adriano – Foto: Sérgio Vale

Para José Adriano, a amostragem “não é uma verdade absoluta, mas traz a tona a realidade do momento. Uma visão ampla do novo momento que o Acre vem passando”, frisou. Já José Denis, destacou que pesquisa é baseada no momento vivido, levando em conta fatores sociais, acontecimentos políticos e o cotidiano dos acreanos. “Acreditamos que ela traz o levantamento mais próximo da realidade”, explicou.