Prefeito contesta divulgação de vereador e diz “aumento concedido aos profissionais de educação não ter nada a ver com SINTEAC”

O prefeito de Feijó, Kiefer Roberto, concedeu reajuste salarial acima de 12% aos profissionais de educação Municipal. O aumento, segundo o prefeito, não ter nada a ver com as informações publicadas em rede social, pelo então presidente do SINTEAC, Vereador Tarcísio Araújo.

Segundo o mandatário Feijoense, as informações prestadas pelo o representante do Sindicato são inverídicas e com intuito de confundir a população, principalmente por se tratar de ano eleitoral, onde concorre a cargo letivo. Outro fator predominante da administração do prefeito Kiefer, estar o benefício de auxilio alimentação, regra criada por ele em 2019, onde contempla de maneira eficaz a classe de educadores.

Leia na íntegra a nota divulgada pelo prefeito Kiefer

No que se refere ao reajuste salarial e ao auxílio alimentação dos profissionais da educação municipal

O SINTEAC de Feijó, por meio das “redes sociais”, vem dizimando inverdades, a título de obter pra si, o sucesso de governabilidade demonstrado pelo prefeito Kiefer Cavalcante, que muito tem feito pela educação de nosso município, mas do que as duas gestões anteriores não fizeram.

O SINTEAC, mais especificamente a “nova direção”, assim intitulada, alega ter buscado um diálogo com o Executivo, vale ressaltar, que o prefeito sempre atendeu todas as classes representativas dos servidores municipais, seja da saúde ou educação, agora, o que vem ocorrendo, é que, os que se dizem representante do povo e dos servidores da educação, não tem demonstrado o menor equilíbrio para tal função.

Tem buscado a todo o momento, desqualificar os avanços alcançados pelo prefeito Kiefer Cavalcante, como por exemplo, o município praticamente zerou os contratos provisórios, por meios de concursos, tornando assim, quase 200 vagas que eram ocupadas por cargos provisórios em servidores efetivos do quadro do município. Além da concessão do Auxílio Alimentação, pago a todos os servidores, seja professor ou pessoal de apoio.

O Auxílio Alimentação, desde que foi criado em 2019, atendendo os anseios dos servidores que mereciam uma remuneração mais digna, pois estavam a mais de oito anos sem qualquer reajuste salarial, vale ressaltar que o prefeito Kiefer Cavalcante recebeu o município a cima do índice de gasto com pessoal, não sendo possível conceder qualquer ajuste salarial e uma das medidas encontrada, juntamente com a sua equipe de apoio, foi à concessão do referido auxílio, o que não implicaria no aumento da despesa com gasto de pessoal, desse modo, não infringindo a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Conforme mencionado pelo SINTEAC, o piso nacional do magistério é lei Federal e nenhum professor poderá receber menos do que está estabelecido em lei. Sim, é lei Federal, daí por que nunca foi cumprida por gestões anteriores? Porque ele na condição de vereador nunca reivindicou ou fez qualquer ato de manifestação para que o prefeito anterior pagasse o piso nacional? O fato é que tal conquista só veio ser alcançada na gestão do prefeito Kiefer Cavalcante, que sempre valorizou e valoriza a classe.

Desse modo, todos os avanços alcançados até aqui e mais os que estão previsto no planejamento do prefeito Kiefer Cavalcante, irá se concretizar, o que não será aceito é o Executivo conceder os benefícios e sindicato querer levar fama, ou promoção por parte de seus membros que se intitulam representantes.

O que deve ser evidenciado, é que a pessoa que se intitula presidente do SINTEAC, está no segundo ano de mandado de vereador, em seu primeiro mandado, fez parte da base de apoio no Legislativo municipal do prefeito anterior, sendo assim, ficou de braços cruzados por quatro anos e na gestão do prefeito Kiefer Cavalcante, passou mais dois anos sem fazer críticas ou manifestar qualquer ato de “rebelião” nesse sentido.

Então acreditamos que os dois primeiro anos da gestão de Kiefer Cavalcante muito o agradou, pois o mesmo não demonstrava nenhum descontentamento, daí nos resta saber por que dessa arrogância e desejo de difamação por parte dessa pessoa, que pouco tem contribuído para os avanços do município.

Acredito que o mesmo esteja precisando trabalhar de verdade, seria bom se ele ocupasse sua função de professor, pois há muitos anos que o mesmo era lotado em determinado órgão do governo e nunca trabalhou como é do conhecimento de todos.

De certo modo, se não quiser trabalhar, também não atrapalhe quem está tentando concertar anos de retrocesso no município de Feijó, sabemos que o sucesso incomoda, mas seguiremos firmes.