Bens de Jackson Marinheiro são presos pela a polícia de Feijó

Publicado em 02 de setembro de 2017 às 15h:53

Por Mário Célio

Dezoito prisões foram efetuadas na segunda fase da operação mídia, desencadeadas na manhã desta sexta-feira, (1). Dos oves presos, três ainda estavam exercendo cargo de chefia na empresa.

Todos, inclusive o principal acusado, o ex-diretor-presidente Jackson Marinheiro, preso pela segunda vez, são responsabilizados pelo o desvio de R$ 7 milhões, e passam a responder pelos os crimes de organização criminosa e peculato.

Os empresários envolvidos e presos, diz o promotor emitiam notas fiscais frias, com valores acima dos serviços prestados. O MP descobriu que máquinas e equipamentos, de propriedades desses empresários, eram incluídos em planilhas superfaturadas. Ou seja, os apontamentos da EMURB diziam que esse maquinário alugado realizava um quantitativo de horas, que na prática, não existia. A entrada e saída de material de consumo, especialmente cimento e madeira, eram forjadas dentro do almoxarifado.

O servidor Mikon das Chagas Feraz, responsável pelo o almoxarifado à época, também foi preso. Todos os bens dos acusados foram disponibilizados, inclusive a fazenda de Jackson Marinheiro, situada na cidade de Feijó, onde os policiais prenderam dois quadrículos comprados com o dinheiro desviado. Outras prisões devem ser realizadas nos próximos dias. MP espera a manifestação dos presos sobre delações espontâneas.

COMPARTILHAR